Coração Valente – Resenha Crítica
Coração Valente – Resenha Crítica
O filme é um épico
sobre a conquista da independência da Escócia da qual enfrentem os ingleses. O
personagem principal é William Wallace, que lidera os escoceses a liberdade. O
interessante é que enquanto os nobres escoceses discutem posse de terra, poder,
essas coisas, William Wallace fala sobre liberdade e diz que se estamos
dedicados a essa causa é natural que outros nos sigam. William Wallace mesclou
grandes estrategistas da história, como Alexandre O Grande e Leônidas de
Esparta, que incentivavam seus compatriotas os dizendo que eram homens livres
lutando pela liberdade, e usou a tática de Gengis Khan na Mongólia: unir um
numeroso grupo de camponeses em torno de um ideal: unir um país, formar uma
nação. William Wallace que inicialmente tentou si afastar das batalhas, quando
sua mulher morre, ele decide então lutar por uma causa que é derrubar a tirania
dos ingleses para com os escoceses. Nessa batalha ele é traído pelos nobres
escoceses que se vendem aos ingleses, mas tem a ajuda da princesa da
Inglaterra, que é filha do rei da França e será futuramente a rainha da
Inglaterra. Os escoceses vencem várias batalhas com brilhante estratégia de
William Wallace, porém ele é derrotado numa batalha por causa da traição dos
nobres escoceses. Mas ele, William Wallace reunifica sua força com alto teor de
idealismo e uni cada vez mais escoceses para chegar a uma batalha final contra
os ingleses. Depois que vi o filme, me lembrei de uma história de um general
que era imbatível, e por causa disso foi investigado pelos inimigos.
Descobriram então que esse general parava em alguns lugares, fazia amizades e
conversava com os nativos descontraidamente, como se estivesse fazendo uma
visita. Quando contaram para o general inimigo o que esse general imbatível
fazia, ele se perguntou: mas ele faz guerra ou passeio? Depois, descobriram que
esse general imbatível criava laços com os nativos, caso necessitasse de
abrigo, comida para seus soldados, além é claro de obter informações sobre a
geografia do lugar e a geografia humana do local, e conhecer o inimigo através
da vizinhança.
Lembre-se: William
Wallace combatia os ingleses e não mandava matar os nativos das cidades que
conquistavam, mas só matava soldados ingleses. Isso me lembrou do filme indicado
ao Oscar “Mongol” que no Brasil se chamou “O Guerreiro Gengis Khan”, que é a
primeira parte da história de Gengis Khan. Então, ele, Gengis Khan, criou uma
lei para não matar nem mulheres nem crianças, ajudando a combater a barbárie;
Porém, os nobres escoceses com exceção de um, monta uma armadilha para pegar
Wallace fingindo que estavam arrependidos ao traí-lo o convocando para uma
reunião. Wallace então vai sozinho e é pego pelos ingleses. Levado a tortura, e
depois é morto, sem se render e nem clamar misericórdia, que era o que os
ingleses queriam. Ele diz uma frase muito importante no filme: “Todos os homens
morrem, mas só alguns homens vivem!” Essa é a frase que resume todo o filme.
Depois da morte dele, ele vira um mártir, e a Escócia depois de um tempo
consegue sua independência com a ajuda dos guerreiros que lutaram lado a lado
de William Wallace.
Autor: Victor da Silva Pinheiro
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